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Mentecorpo is a page where you can find publications and activities to help understand the relationship between brain, body and mind.

Labyrinth and the Body

“During practical activities I have observed the way people walk and their body movement in the labyrinth. In the beginning the walk is slow, careful; the feet touch the carpet gently in order to feel the ground and set and accept the balance. As the people walk they start to relax, being aware of their own body and the safe space, without obstacles. The same is evident in a collective meditation. People, from all ages, walk through the double-hand walk in harmony, in a journey of meditation and discovery, at the sound of the environmental music. The destiny is unique: the center” . Sérgio Bernardo

Meditation in Chartres-style Labyrinth – São Paulo – Brazil – May, 14th 2013

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Meditar com o corpo no Labirinto

 Ao pensar-se em meditação, imediatamente faz-se uma associação com a mente. Além de pouco se lembrar do corpo, supõe-se ate mesmo tentar atingir um “distanciamento” do corpo, na medida em que se consiga aprofundar a meditação. No caso da caminhada no Labirinto há um processo diferente desse citado. Embora a meditação ocorra na mente, o corpo é uma ferramenta importante para adentrar e permanecer no ato de meditar. Na medida em que o corpo se desloca, há uma mobilização da mente seguindo esse corpo. Pode-se até mesmo fazer uma alegação neurocientífica, dizendo-se que há uma estimulação “proprioceptiva” (ou seja, uma estimulação que segue a sensibilidade profunda do corpo), de modo que há uma certa “moldagem” do indivíduo. O corpo, estando envolvido com a atividade de caminhada no desenho do labirinto, faz “descobertas” sobre o indivíduo. O deslocamento com surpresas sucessivas, acaba levando a uma redução na “expectativa” do caminhante em relação aos próximos passos e permite que se deixe do hábito de sempre querer “antecipar e planejar”. Evidentemente planejar é importante em várias situações na vida. Mas o ser humano sente também a necessidade de deixar seu ser à deriva na captação de energias e renovações de disposição que permitam um novo olhar sobre si, sobre os outros, e sobre o universo. Esse corpo deixa-se conduzir pela geometria sagrada presente na estrutura do labirinto. Essa geometria, cheia de símbolos, pretende “dialogar” com esse corpo, de modo que possa efetuar a transição do símbolo sagrado e do corpo para permitir uma meditação que inclua o corpo em movimento. Afonso Carlos Neves. Professor Afiliado e médico da Disciplina de Neurologia da Unifesp-EPM.  – Texto publicado em 2011

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Big Data and Teilhard de Chardin

Big Data is, at same time, chaos and organized system. Apparently it is a paradox, but in a transdisciplinary vision it can be the both. The three pillars of transdisciplinarity can embrace that possibility: multiple levels of Reality, the logic of the included middle and complexity. The cyberspace has several “layers of Reality”, or we can even think that there are people behind machines and so we have the level of Reality of the machines and the level of Reality of people. In this way, each person can be a level of Reality. The logic of the included middle is logic beyond the traditional Aristotelian logic, and can embrace things that apparently don’t match, because the Reality is not reduced to just one level, the level where contradiction is present. Complexity implies that Big Data happens in an open field among disciplines and knowledges.
Teilhard de Chardin thought that evolution of humanity would achieve a level that he nominated as “noosphere”. At that level each human being could be like a kind of neuron and all mankind could be like a kind of brain; so they could be all connected in a new kind of link. The coming of the cyberspace could be the first step of something like noosphere. People, machines and Big Data can compound a new net, maybe a new collective thinking. The human mind is also at same time chaotic and organized, even continuing to be human mind. Big Data can be the current step for some kind of noosphere, even it is not quite the same as established by the French philosopher.   Afonso Carlos Neves. Professor Afiliado e médico da Disciplina de Neurologia da Unifesp-EPM.  – Texto publicado em 2013
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