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Mentecorpo é uma página para trabalhos, publicações e atividades que nos ajude a entender as relações cérebro-corpo-mente.     bandeira-reino-unido

O Corpo e o Labirinto

“Em nossas atividades tenho observado o caminhar das pessoas e o movimento do corpo no labirinto. O inicio do caminho é lento, cuidadoso; com os pés tocando o tapete para sentir o terreno e acertar e aceitar  o equilíbrio. Na medida em que caminham, as pessoas vão relaxando, percebendo o próprio corpo e o espaço seguro, sem obstáculos. Isso tem ficado evidente também na meditação em grupo. Pessoas de varias idades percorrem os caminhos de mão dupla em harmonia, ao som da música ambiente. O destino é único: o centro.”   Sergio Bernardo

Meditação no Labirinto de Chartres em 14/5/13. São Paulo – Brasil

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Lançamento 2017 – E-book LABIRINTO de Sergio Bernardo

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Entre na página para ler mais sobre o e-book: Ebook LABIRINTO

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Meditar com o corpo no Labirinto

Ao pensar-se em meditação, imediatamente faz-se uma associação com a mente. Além de pouco se lembrar do corpo, supõe-se ate mesmo tentar atingir um “distanciamento” do corpo, na medida em que se consiga aprofundar a meditação. No caso da caminhada no Labirinto há um processo diferente desse citado. Embora a meditação ocorra na mente, o corpo é uma ferramenta importante para adentrar e permanecer no ato de meditar. Na medida em que o corpo se desloca, há uma mobilização da mente seguindo esse corpo. Pode-se até mesmo fazer uma alegação neurocientífica, dizendo-se que há uma estimulação “proprioceptiva” (ou seja, uma estimulação que segue a sensibilidade profunda do corpo), de modo que há uma certa “moldagem” do indivíduo. O corpo, estando envolvido com a atividade de caminhada no desenho do labirinto, faz “descobertas” sobre o indivíduo. O deslocamento com surpresas sucessivas, acaba levando a uma redução na “expectativa” do caminhante em relação aos próximos passos e permite que se deixe do hábito de sempre querer “antecipar e planejar”. Evidentemente planejar é importante em várias situações na vida. Mas o ser humano sente também a necessidade de deixar seu ser à deriva na captação de energias e renovações de disposição que permitam um novo olhar sobre si, sobre os outros, e sobre o universo. Esse corpo deixa-se conduzir pela geometria sagrada presente na estrutura do labirinto. Essa geometria, cheia de símbolos, pretende “dialogar” com esse corpo, de modo que possa efetuar a transição do símbolo sagrado e do corpo para permitir uma meditação que inclua o corpo em movimento. Afonso Carlos Neves. Professor Afiliado e médico da Disciplina de Neurologia da Unifesp-EPM. – Texto publicado em 2011

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Big Data e Teilhard de Chardin

Big Data é, ao mesmo tempo, o caos eo sistema organizado. Aparentemente, é um paradoxo, mas para uma visão transdisciplinar pode ser a ambos. Os três pilares da transdisciplinaridade pode abraçar essa possibilidade: vários níveis de Realidade, a lógica do terceiro incluído ea complexidade. O ciberespaço tem várias “camadas de realidade”, ou podemos até pensar que há pessoas por trás de máquinas e por isso temos o nível de Realidade das máquinas e do nível de realidade das pessoas. Deste modo, cada pessoa pode ser um nível de Realidade. A lógica do terceiro incluído é a lógica para além da lógica aristotélica tradicional, e pode abraçar as coisas que aparentemente não combinam, porque a realidade não se reduz a apenas um nível, o nível onde contradição está presente. Complexidade implica que Big Data acontece em um campo aberto entre disciplinas e saberes.

 Teilhard de Chardin pensou que a evolução da humanidade alcançar um nível que ele nomeou como “noosfera”. Nesse nível de cada ser humano poderia ser como um tipo de neurônio e toda a humanidade poderia ser como uma espécie de cérebro, de modo que pudessem ser todos conectados em um novo tipo de link. A vinda do ciberespaço pode ser o primeiro passo de algo como noosfera. Pessoas, máquinas e Big Data pode agravar uma nova rede, talvez um novo pensamento coletivo. A mente humana é também ao mesmo tempo caótica e organizada, mesmo continuando a ser a mente humana. Big Data pode ser o passo atual por algum tipo de noosfera, mesmo que não seja exatamente a mesma, conforme estabelecido pelo filósofo francês.   Afonso Carlos Neves. Professor Afiliado e médico da Disciplina de Neurologia da Unifesp-EPM. – Texto publicado em 2013

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